Quarta-feira, Maio 27, 2009

ola caros blogueiros...
finalmente hoje consegui um pequeno tempo para vir actualizar o meu espaço acolhedor dos que gostar de "vir pôr um olho", e dos que acham que até é engraçado... (agora estava a ser convencida...eheheheh...)
bem, ... aqui vai um tema que, de certo modo nao so a mim, me deixa um pouco inquieta...

o caso da menina que foi para a russia...

o que acham? visto o pouco que ouvi e vi nas noticias, o tribunal da russia nao assinou o acordo e por isso nao deixa que a familia portuguesa possa ir ter ou veja a menina. acho este caso muito mal "resolvido" se assim o quiserem chamar. porque a menina foi logo entregue a mae. ou seja nao houve uma entrega gradual... dessa maneira iria afectar menos psicologicamente a criança.
A televisão mostrou a poucos dias a "cena" de "pancadaria" (ou como a mae disse "educação porque os portugueses deixavam-na fazer tudo o que queria") que a mae deu a menina, so porque ela pediu para ir ter/ver a mae portuguesa.

segundo os especialistas, a criança podera ficar revoltada, o que pode levar a comportamentos pouco aceites, no meu ver, da familia russa.

enfim, será muitissimo complicado tentar-mos perceber o que a criança sente, ou o que pensa... sao muito novos, 6 anos é muito tempo com uma familia... ganha-se amor, carinho, maneiras de fazer as coisas e de se expressar, e de um momento para o outro, pufff... tira-se tudo a uma criança, deixando-na "vazia".

Injustiças nao faltam neste mundo.

E voces? que opiniao teem deste caso?

Segunda-feira, Abril 20, 2009

Domingo, Outubro 26, 2008

desabafo...

fogo, estou farta de ser esquecida pelos amigos... farta de que só se lembrem de mim quando precisam de alguma coisa...se sou eu a pedir nunca ninguem está disponivel...,as se eles precisam e eu nao posso..."ai jesus que a joana é má e é uma cortes e isto e aquilo"...
fogo, BASTA... farta farta farta...
o que mais me custa é que fui esquecida...
e os poucos amigos que nao me esqueceram, namoram...logo nao dá para sair e divertir um bocado porque acabo por me sentir "velinha" ao pé deles e sinto me mal...logo acabo por nao me divertir...
depois os meus pais...ou nao querem que saia depois da meia noite ou entao nao gostam que saia sozinha... fogo, ja sou crescidinha para saber o que faço, para saber o que quero...
por um lado nao quero arranjar problemas em casa, e por isso acabo por nao sair, mas por outro ao ficar em casa, fico aborrecida e dá-me estes ataques de tristeza/furia...
fogo, já nao ha amigos como d'antes...
enfim, a vida é mesmo assim...

Quarta-feira, Junho 04, 2008

composição gramatical

Redacção feita por uma aluna de Letras, que obteve a vitória num concurso interno promovido pelo professor da cadeira de Gramática Portuguesa.

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Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. O artigo, era bem definido, feminino, singular. Ela era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingénua, silábica, um pouco átona, um pouco ao contrário dele, que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar, conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro.
Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela no seu aposento.
Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, suave e relaxante. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.
Ficaram a conversar, sentados num vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se. Ela foi deixando, ele foi usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo.
Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo.
Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples, passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula.
Ele não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois géneros.
Ela, totalmente voz passiva. Ele, completamente voz activa. Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais.
Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objecto, tomava a iniciativa. Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular.
Ela era um perfeito agente da passiva; ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.
Nisto a porta abriu-se repentinamente.
Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e adjectivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.
Mas, ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar logo diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar particípio na história. Os dois olharam-se; e viram que isso era preferível, a uma metáfora por todo o edifício.
Que loucura, meu Deus!
Aquilo não era nem comparativo. Era um superlativo absoluto. Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado aos seus objectos. Foi-se chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e propondo claramente uma mesóclise-a-trois.
Só que, as condições eram estas:
Enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido depois dessa situação e pensando no seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história. Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

Fernanda Braga da Cruz

Terça-feira, Abril 22, 2008

Até que ponto o ser humano é capaz de ir por amor?

Este vídeo retrata um pouco a capacidade que certas pessoas têm de amar.
Poucas palavras há a dizer, visto que o vídeo irá dizer tudo.
Até que ponto o ser humano é capaz de se sacrificar para que possa ver a pessoa amada feliz?

Digamos que o amor é aquele sentimento que nos deixa sempre com um enorme sorriso na cara, é aquele sentimento a que ficamos presos porque gostamos das sensações que nos provoca, é passar pela tal pessoa e sentir aquelas borboletas na barriga.
Bem, deixando-me de conversa, vejam o vídeo e depois digam o que acham.
Eu? Bem, eu fiquei sem palavras, fiquei completamente de boca aberta, visto que nunca tal coisa me tinha passado pela cabeça.
Agora fica aqui o vídeo para ver que sentimentos vos desperta.

Sexta-feira, Março 07, 2008

como é estranho os sentimentos do ser humano...
é estranho porque nao sabemos bem o que é...
nao os conhecemos...
e como nao conhecemos, temos medo...
é estranho saber o quanto se pode amar uma pessoa, mas mais estranho ainda, é nao saber se se ama uma pessoa.

sentir aquele sorriso a crescer sempre que se olha para alguem,
sentir aquela vontade de estar perto de alguem...
sentir um torbilhao de sentimentos que se apoderam da alma,
sentir aquele perfume em certos momentos,
sentir,

a recordação daquele beijo que na alma ficou
e que para sempre ficará,
a recordação que um dia fará o coração bater
que fará um sorrir surgir

recordação poderosa que move almas e sonhos,
será um sonho?
será uma visao?

ter te e nao te poder tocar,
nada mais magua que um simples olhar
distante
longo
sem sentido

sera coincidencia?
querer te...
desejar te...
sentir te...

deixa que te conheça...
deixa que te pertença...

meu Deus que será isto?
amor?
confusao?

nao sei...

so o tempo o dirá...
e o sentimento triunfará.














enfim...
mais um momento de inspiração...
um beijo***

Domingo, Janeiro 27, 2008

solidao e tristeza...

hoje sinto-me especialmente triste...desde stembro que parece que tudo mudou...ao inicio nao senti...mas agora sinto, e esse sentir magoa o peito, sinto magua por nao ter os meus amigos comigo, cada um seguiu para seu lado, uns para o norte outros para sul...e eu fiquei aqui, nesta pequena terra onde nao tenho ninguem com quem falar, ninguem com quem conversar...
so me resta a familia...mas mesmo assim, os smigos sao importantes e eu, sinto a falta deles...
hoje choro, mas choro, mais uma vez com magua, com dor, com saudade daqueles a quem dei o meu amor, a quem fiz rir, choro com saudades daqueles que me apoiaram, que estiveram ao meu lado todos estes anos...desde sempre.
choro, para aliviar a saudade, porque a dor...essa, essa continua sempre dentro do peito,...

ai como doi...
é uma dor insuportavel, um peso dentro do coração...

nao é que eu nao tenha amigos agora, porque tenho, so que a amizade ainda nao é forte...nao é igual, talvez um dia possa ser igual, mas nao ha palavras para descrever tamanha amizade que foi criada,...

hoje, ...

hoje, so me restam recordações daqueles bons momentos passados com os meus eternos amigos...

mas quem diz que recordar é viver? ha quem diga, talvez concorde, mas hoje nao...
hoje a recordação mata-me por que me magoa...e magoa porque estou sozinha...

á meses que ja nao falo com ninguem, que guardo tudo dentro de mim, que nao partilho as alegrias nem as dores...
ha meses que estou em casa sem sair, sem me divertir com os meus amigos, mais uma vez porque cada um seguiu o seu caminho...

um dia...

talvez um dia eles me venham visitar, ou eu me cruze com eles na rua...

um dia, quem sabe...